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Rever processos, transformar realidades e moldar o futuro: Base fundamental para construir relaciona


Quer uma frase forte? Temos, e é redundante também: a velocidade da mudança mudou. Você é gestor? Então já sabe que, se não readequar sua empresa nesta velocidade exigida, corre o risco de ser engolido pelas mudanças do mercado e do mundo. Sim. É exatamente isso que você está pensando. Precisa se atualizar, reinventar o relacionamento de sua empresa com os ecossistemas interno e externo e se empenhar na busca pelo novo, abertamente. E não estamos falando de uma amigável informalidade, nem no mantra foco no cliente, nem na reorganização de um escritório. Estamos falando em promover uma mudança cultural na organização, solucionando problemas, contaminando os colaboradores para que pensem e ajam de forma diferente, permanecendo relevante mesmo que o cenário mude. É uma adesão, de preferência espontânea, que permeia toda a organização, buscando soluções que suportem a estratégia com a qual a empresa trabalha. E olha, inovar não é uma coisa centralizada. É transformar os processos e a cultura. Não é uma tendência isolada, mas um contexto. Não é um esforço somente da liderança, mas da área de pessoas e de muitas outras, e tudo precisa de desenvolvimento tecnológico para ganhar agilidade. É o dilema de sempre: manter o discurso atualizado.


Vamos por partes. A ideia é eliminar o modelo hierárquico, em que você tem dificuldade para falar com um líder, e garantir mais autonomia e empoderamento aos colaboradores. Uma construção de relações simples e abertas, internamente falando. A organização que está, estrategicamente, focada nessa transformação, tem um contexto favorável, porque a liderança entendeu que inovar é condição essencial para a modernização. Fim do primeiro insight: isso tudo vai gerar engajamento no ecossistema interno, com pessoas capazes de transformarem a si mesmas e ao seu entorno. Esta organização vai gerar mudanças positivas nas comunidades onde está inserida, promovendo uma nova atuação social.

Engajados para empreender

Para um engajamento genuíno, a comunidade deve ser o sujeito na condução das transformações sociais, e o comprometimento entre as partes envolvidas também deve ser igual. O empreendedor deve conhecer a realidade social da região de atuação da empresa, e perder o ranço da máquina social, revertendo assistencialismo em investimento com valor agregado. O público-alvo deve estar comprometido desde o início, ou seja, desde a concepção e o planejamento, e a condução errada deste sistema gera desperdício de recursos e grandes prejuízos às comunidades. O empreendedor também deve ouvir e entender as necessidades do maior número possível de pessoas daquela comunidade, percepções que somente eles sabem. É simples: fazer com eles e não para eles (esta última é a receita do fracasso). Fim do segundo insight: isso tudo também vai gerar um engajamento do ecossistema externo, novamente com pessoas capazes de transformarem a si mesmas e ao seu entorno.


Os dois insights anteriormente citados são condições essenciais para o conceito de licença social. E a meta é alcançar melhores resultados para os dois ecossistemas, contando com experiências, conhecimentos, relacionamentos e a participação efetiva das regiões de abrangência, identificando qual a estratégia é a mais adequada para cada situação. É a oportunidade crucial que a empresa tem de construir, a partir de suas ações sociais e de relacionamento, um legado importantíssimo de transparência, respeito e sustentabilidade econômica para gerações atuais e futuras.

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